A viagem à Escandinávia começou e acabou em Estocolmo.

Como íamos estar em Estocolmo duas vezes, no início e no final da viagem, optámos, primeiro, por ficar nos arredores da capital e ter outra perspectiva da Suécia. Regressaríamos, depois, para conhecer o centro da cidade.

Sendo assim, no primeiro round, como ficámos mais afastados, alugámos um carro para percorrer toda a zona.

Ficámos nos arredores de Estocolmo, num pequeno Palacete do século XVII, o  Ulfsunda Slottnum dos quartos de hotel mais bonitos onde já estive. Tratava-se de um quarto adaptado que não ficava no edifício principal mas sim num dos anexos, talvez uma antiga cavalariça ou celeiro. O problema é que, para lá chegar, tínhamos um caminho de gravilha impossível para quem se desloca em cadeira de rodas.  Não percebi bem como pensaram o acesso ao quarto.

Visitámos o magnífico Palácio Drottningholm, Património da Humanidade desde 1991. Bem, eu fiquei pelos jardins, que são espectaculares, já que o Palácio não é totalmente acessível. Algumas zonas são-no e há casa de banho adaptada.  Existe alguma informação sobre as acessibilidades no site oficial mas o melhor é contactá-los para saber algo mais específico.

Fomos seguindo o verde dos campos e passando por quintas e terriolas muito características, em que tudo está muito organizado e limpo.

Aproveitámos o carro e  aproximámo-nos do centro para o percorrer sob uma outra perspectiva já que o iríamos fazer, depois, a pé. Fomos passando pontes, de ilha em ilha e apreciando a cidade rodeada de água e repleta de barcos.

Uma cidade encantadora, cheia de charme e gente bonita. Uma cidade cara, claro!

Andar pelas ruas da cidade é fácil havendo, no entanto, algumas zonas mais antigas, principalmente em Gamla Stan, que são muito estreitas e o piso não é o melhor. Não as percorri todas e acho que algumas são em degraus tornando-se impossíveis para quem se desloca em cadeira de rodas.

É no Edifício da Câmara de Estocolmo que se realiza o banquete dos prémios Nobel. Está aberto ao público e integrando uma visita guiada podemos apreciar as lindíssimas salas, principalmente a famosa sala dourada onde está retratada, nas paredes, uma parte da história da Suécia com 18 milhões de mosaicos de vidro e ouro. Está acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

É uma cidade cheia de história, com muito para visitar mas o que mais nos apeteceu fazer, foi passear. Sentir o ambiente calmo e tranquilo que nos rodeava; beber um copo, ao final da tarde, num dos muitos bares com que nos cruzámos, cheios de boa música e bom ambiente. Uma cidade onde é fácil sentir a natureza e descontrair a olhar os barcos que por aí navegam.

Ficámos hospedados no  Hilton Stockholm Slussen. Em termos de acessibilidades e adaptações estava muito bom. Foi uma excelente opção.

JustGo!!

Ano da viagem: 2015

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